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quinta-feira, 21 de abril de 2011

“Amor e Revolução” marca 6 pontos (20/04)

A exibição de “Amor e Revolução” registrou a terceira posição no rakind de audiências, na noite desta última quarta (20/04).

De acordo com dados prévios da Grande São Paulo, a trama de “Tiago Santiago” marcou média de 6 pontos para o SBT. A Record ficou em segundo lugar e a Globo em primeiro.

**Números prévios, podendo haver mudanças no consolidado.

domingo, 17 de abril de 2011

Confira a média semanal das novelas entre 11 a 16 de abril


Confira a média semanal das novelas de 11 a 16 de abril.

Na Globo a estreia de "Cordel Encantado" conseguiu obter boa média no horário das 18h, "Morde & Assopra" e "Insensato Coração" não estão nos índices que a emissora almeja.

Em relação à Record e o SBT as tramas conseguiram manter a média da semana anterior.

Clone - 16
Malhação - 19
Cordel Encantado - 23
Morde & Assopra - 25
Insensato Coração - 33

Rebelde - 9
Ribeirão do Tempo - 13

Pérola Negra - 5
Maria Esperança - 5
Uma Rosa com Amor - 5
Amor & Revolução - 6

quinta-feira, 14 de abril de 2011

General chama SBT de "empresa falida" e clima fica tenso nos bastidores de "Amor e Revolução"

Amor e Revolução” estar no ar há pouco mais de uma semana e já faz ferver os bastidores da televisão.

A Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica (ABMIGAer), em documento divulgado na internet, organiza um abaixo assinado para tirar a novela de Tiago Santiago do ar. Até agora conta com apenas 300 assinaturas e se diz “caráter urgentíssimo”.

José Luiz Dalla Vecchia, secretário da ABMIGAer, acusa a emissora de ter fechado acordo com o Governo Federal para que o folhetim levantasse a bandeira da Comissão da Verdade – que pretende esclarecer casos de violação de Direitos Humanos ocorridos entre 1946 e 1988. E isso fica explícito nesta parte do documento: “Parece-nos que se trata de um acordo firmado com o empresário Silvio Santos, visando o saneamento do Banco Panamericano. As Forças Armadas não devem permitir que tal novela seja exibida.”.

O autor da novela, informou, no entanto, que o projeto de "Amor e Revolução" já existe há 15 anos e quando começou não sabia quem iria ganhar (Dilma) ou perder (Serra) as eleições de 2010, muito menos quem seria candidato. Tiago diz ainda que pretende ser o mais imparcial possível, tentando mostrar os dois lados da moeda. Entretanto nos depoimentos que vão ao ar no final da novela observa-se o contrário: são pessoas falando mal da ditadura e das forças armadas, o quanto sofreram, “sem que mostre o lado dos militares, as justificativas de quem deu o golpe”. A produtora da novela, Bruna Mathias, que organiza esses depoimentos, já tem 70 vídeos de pessoas que foram torturadas. Já o número de discursos da direita é inexpressivo: apenas dois. “E não são com os cabeças”, diz Bruna.

O coronel Gélio Fregapani, que integrou o antigo SNI (Serviço Nacional de Informações, agência de inteligênciacriada em junho de 1964), confirmou ao JT que também foi convidado pelo SBT para colaborar com o folhetim, mas não aceitou. “Estamos num momento em que temos confusões internacionais, logo virá uma guerra mundial e essa novela está reavivando uma ferida que só irá colaborar para a desunião”, disse ele. E completou, dizendo que “a forma do exército se manifestar nunca foi fazendo abaixo-assinado. E, sim, colocando os tenentes na rua e isso não seria o caso.”.

Outro general, o Durval Antunes Machado Pereira de Andrade Nery, que participou da cerimônia de concessão da TVS à Silvio Santos, diz que a novela faz um retrato negativo das forças armadas, que dominaram o país na década de 60. Para ele, é “sem sentido uma empresa falida, pertencente a um homem que já foi do governo militar, mostrar que as Forças Armadas não prestam”. Segundo Nery, a novela “não mostra que os guerrilheiros também saqueavam, sequestravam e hoje estão aí impunes, em cargos públicos”.

O SBT preferiu ficar inerte e não comentar o caso.

Com informações do blog "JT Variedades", do Estadão

domingo, 10 de abril de 2011

Amor e Revolução não condiz com a verdadeira história, diz colunista da Folha

Em seu artigo na Folha de São Paulo de hoje (10/04), o colunista Fernando de Barros e Silva afirmou que o SBT errou em dados históricos exibidos pela novela Amor e Revolução, de Tiago Santiago, que estreou nessa semana e bateu recordes de críticas.

Sobre a cena inicial da novela, que mostrou estudantes organizando guerrilha quando surpreendidos por assassinos e anti-comunistas militares, Fernando de Barros disse que “não havia, então (antes do golpe), guerrilha no Brasil. A tortura contra adversários da ditadura só seria adotada no regime depois do AI-5, em 1968”. Assim, o escritor da Folha conclui que “a novela não presta como obra de ficção nem tem valia como documento histórico”.

O RD1 fez uma pesquisa para apurar os fatos. Em um texto de Carla Aranha à Abril, ela deixa claro que “a semente da ditadura violenta que se instalaria em 1968 foi plantada em 1964 e germinou nos anos seguintes”. Até o final de 1968, ano do AI-5, a tortura ainda não tinha se tornado praxe nos cárceres brasileiros. “Ela já começava a ser praticada, mas não com a freqüência do final dos anos 60 e começo dos 70”, diz o historiador Jorge Ferreira, da Universidade Federal Fluminense. Ainda havia liberdade de imprensa.

Será que Tiago Santiago andou faltando algumas aulas de história? Ou não se interpretou bem o que a primeira cena da novela quis mostrar? São respostas que o passado não responde, principalmente numa época obscura, onde a verdade está guardecida por escoltas de mentiras.

Breno Cunha – RD1

sábado, 9 de abril de 2011

Militares fazem abaixo-assinado na internet pedindo o cancelamento de “Amor e Revolução”

http://natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20110409161633.jpg

A novela “Amor e Revolução” vem rendendo na internet, apesar de a audiência ainda estar aquém do esperado na TV.

Desta vez, um portal militar resolveu fazer um abaixo-assinado contra a novela de Tiago Santiago, que aborda o período da ditadura militar no Brasil.

Os donos do site querem que a trama seja proibida de ir ao ar no SBT.

No texto, os autores dizem que “é óbvio que o governo federal através da comissão da verdade, recém criada, está participando do acordo em exibir a novela Amor e Revolução no SBT. Parece-nos que se trata de um acordo firmado com o empresário Silvio Santos, visando o saneamento do Banco Panamericano do próprio empresário. As forças armadas não devem permitir, dentro da legalidade, que tal novela seja exibida, pelos motivos óbvios abaixo declarados. Convém salientar que as forças armadas já se manifestaram negativamente a respeito da novela Amor e Revolução”.

E completou: “sendo assim, o efetivo da forças armadas, tanto da ativa como inativos e pensionistas, vêm respeitosamente através desse abaixo assinado, como um instrumento democrático, solicitar do digno Ministério Público Federal, representado acima, providências em defesa da normalidade constitucional, vista o cumprimento da lei de anistia existente, conforme já decidiu o Supremo Tribunal Federal. Nestes termos pede deferimento em caráter urgentíssimo”.

Procurada pelo NaTelinha, a colaboradora de Tiago Santiago na novela, Renata Dias Gomes, comentou que “felizmente a ditadura e a censura acabaram e hoje a gente pode contar uma história sem medo. Ou deveria poder”

Ibope: “Amor e Revolução” perde para reprise do “Pânico na TV!”, da RedeTV!

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O quarto capítulo de “Amor e Revolução”, nova novela do SBT, segue perdendo audiência. De acordo com dados preliminares na Grande São Paulo, nesta sexta-feira (08), o folhetim de Tiago Santiago registrou uma média de 4 pontos, índice abaixo da expectativa.

Exibida no horário das 22h30 às 23h30, “Amor e Revolução” ocupou a quarta posição do ranking, sendo superada pela a reprise do humorístico “Pânico na TV”, da RedeTV!, que marcou 5 pontos.

A Record, com os últimos capítulos de “Ribeirão do Tempo” marcou 11. A Globo, com “Globo Repórter”, liderou com 25.

Os números são prévios e podem sofrer alterações no consolidado.

Com informações do site OPlaneta TV

“Amor & Revolução” bate recorde negativo, perde para a RedeTV! e fecha em quarto lugar

http://noticias.r7.com/blogs/daniel-castro/files/2011/02/Imagem191-e1297282398464.png

O quarto capítulo de “Amor & Revolução” conseguiu superar o terceiro e bateu recorde negativo de audiência.

Agora, ao invés de perder para a Band, a novela de Tiago Santiago ficou atrás da RedeTV!. A trama vem encontrando uma forte concorrência e a direção do SBT vem promovendo diariamente mudanças no horário da novela.

Antes anunciada para às 22h15, “Amor & Revolução” já chegou a ser exibida às 22h50.

Neste sexta-feira, 08, o folhetim que retrata a época da ditadura marcou 4.1 pontos de média e 6.9% de share contra 4.8 da RedeTV!, 11.5 da Record e 25.4 da Rede Globo.

O SBT e a falta de respeito com o telespectador

É muito difícil você acompanhar um programa no SBT e se tornar um fiel telespectador do canal. Simplesmente porque o SBT anuncia uma atração da casa para um horário, e não cumpre o que vem divulgando durante toda a programação, assim enganando o publico, fazendo o mesmo de palhaço. Será que é desta forma que a emissora pretende recuperar todo o público que vem perdendo desde 2006? Será que quem assiste ao canal gosta de ser tratado desta maneira? Será que os próprios diretores que vivem reclamando do IBOPE baixo de seus programas gostariam de estar do outro lado das câmeras, em casa, sendo lesado desta maneira?

São perguntas que remetem a uma resposta obvia: não. Se até quem é fã da emissora vem ficando desagradado e chateado, imaginem vocês os telespectadores comuns. São vários os exemplos da falta de palavra da emissora de Silvio Santos quanto aos horários. No final do mês passado o “Conexão Repórter” vinha sendo anunciado para às 23h15, eram 23h35 e o programa, inexplicavelmente, não havia começado.

A última da emissora veio com a estreia de ‘Amor e Revolução’. A novela, anunciada para 22h15, começou, na terça-feira às 22h30. Na quarta feira começou às 21h50 e ontem iniciou às 22h45. Ontem, com mais de meia hora de atraso, a novela perdeu dois pontos de audiência no IBOPE, ficando até atrás da Band. Um reflexo visível da falta de consideração da emissora para com quem está do outro lado da televisão. Era muito mais fácil anunciar a atração para o horário correto, assim a pessoa se programaria para assistir. Fácil, prático e respeitoso.

Faz isso nos Estados Unidos pra ver o que acontece: o povo boicota a emissora, manda abaixo-assinado, faz passeata, o maior rebuliço.

Nada dá certo sem respeito e ética. Algumas emissoras se recusam a aprender que quem está no o controle é o povo e negar isso é continuar seguindo em direção ao fracasso, como o gado ao caminho do próprio abate. Só que, no caso do SBT, é muito mais fatal.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

“Ribeirão do Tempo” e “Amor e Revolução” têm abordagens diferentes para período da ditadura

Dois momentos do início das duas novelas: à esquerda, manifestação no 1º capítulo de Ribeirão do Tempo; à direita, tortura marca a Ditadura em Amor e Revolução

“Ribeirão do Tempo”, novela de Marcílio Moraes, ficará no ar até a primeira semana de maio. Foi espichada um pouquinho mais, devido ao atraso em “Vidas em Jogo”, a sua substituta. Esse é um detalhe.

O outro, é que setores da Record chamam atenção para o que classificam de “coincidência”.

A história do Marcílio trata com ironia e bom humor dos remanescentes da ditadura e do movimento revolucionário das décadas de 60 e 70. O alucinado Flores (Antônio Grassi) é oriundo de 68 e pretende fazer a revolução que sua geração não fez; Ajuricaba (Umberto Magnani) é acusado de torturador, e Lincon (Eduardo Lago) vive um jornalista que esteve preso.

Já o SBT passou a apresentar uma novela sobre 1964, “Amor e Revolução”, escrita por Tiago Santiago, na mesma na faixa das 10 da noite, que inclusive promete ser mais densa e se aprofundar no assunto.

Ainda assim, será uma disputa ou coincidência com prazo de validade. Uma vai sair de cena nas próximas semanas e a outra está apenas começando.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Nova novela do SBT tem estreia interessante

“Amor e Revolução” estreou terça-feira (5) no SBT e, de início, passou a melhor das impressões. Novela, obra aberta e com cento e tantos capítulos pela frente, não pode e nem deve ser analisada pelos seus primeiros capítulos. O bom juízo recomenda o contrário, mas saltou aos olhos de quem viu a qualidade observada em sua realização, comparada a de outras produções da mesma emissora.

Há um trabalho diferente na maioria das cenas, com direção e marcações corretas de atores e câmeras. Luz interessante e capricho na escolha dos atores, embora alguns ainda sem domínio de seus personagens. Mas houve nesta seleção do elenco a sabedoria de se resgatar muita gente boa que, inexplicavelmente, estava fora do ar.

O problema é que o “alto-falante” do SBT não é mais o mesmo. Fosse em outros tempos, ou em outra emissora hoje melhor situada, chegaria e permaneceria na casa dos dois dígitos até com alguma facilidade.

Quanto a este aspecto, e para sentir melhor a reação do público, é preciso esperar um pouco e aguardar o que ainda virá nas próximas duas ou três semanas.

De qualquer maneira, a primeira impressão, repito, foi das mais interessantes.

Matéria escrita pelo colunista Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Estreia de “Amor e Revolução” deixa SBT em terceiro lugar


Foto: Lourival Ribeiro/SB

Na noite desta terça (5), foi ao ar o primeiro capítulo de “Amor e Revolução”, novela que vem recebendo grande investimento do SBT.

De autoria de Tiago Santiago, a estreia registrou média de 7 pontos e pico de 9, segundo dados prévios do Ibope na Grande SP. No mesmo horário, a Globo liderou com 20 pontos, a Record ficou em segundo com 12, e Band e RedeTV! empataram com 4 pontos cada.

No Rio, a trama também registrou 7 pontos de média, porém com pico de 11, contra 21 da Globo, 17 da Record e 3 da Band. Em Belo Horizonte, o primeiro capítulo alcançou média de 6 pontos e pico de 8, empatando assim com a Record. a Globo liderou com 21 pontos e a Band ficou em quarto com 3,5.

Já em Porto Alegre, “Amor e Revolução” atingiu média prévia de 5,5 pontos e pico de 7, ficando em quarto lugar. A Globo liderou com 28 pontos, a Record ficou em segundo com 8 e a Band em terceiro com 6 pontos.

E no Distrito Federal, o SBT alcançou 10 pontos e pico de 13, contra 18 da Globo, 11 da Record e 4 da RedeTV!.

Com informações do site NaTelinha.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Novela do SBT causa polêmica antes da estreia

A novela “Amor e Revolução”, de Tiago Santiago, que estreia nesta terça-feira (5) no SBT, vai retratar – com direito a fortes cenas de tortura – os anos de ditadura militar no País. O assunto, sempre polêmico, já está dando o que falar.


Graziela Schimitt vai protagonizar a novela

Mais de 70 depoimentos de pessoas que se dizem vítimas da repressão foram colhidos para serem exibidos ao término dos capítulos. Em entrevista ao programa de Marília Gabriela, no domingo (3), Santiago afirmou que só conseguiu um depoimento do “outro lado”, o de Jarbas Passarinho, militar reformado (ex-ministro do Trabalho e da Educação, nos governos Costa e Silva e Emílio Garrastazu Médici).

Aos 74 anos, Maria Joseíta Ustra, mulher e secretária do coronel reformado do exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi entre setembro de 1970 e janeiro de 1974, foi procurada pela produção da novela, para dar seu depoimento. Em conversa com a reportagem do iG, ela explica por que se negou a gravar.

“Nós fomos procurados no dia 18 de março. Hoje é dia 4 de abril. Passaram-se 17 dias. A produção nos procurou quando já tinha 70 depoimentos, sendo que só um favorável aos militares. Pode-se resumir assim: faltando 18 dias para a estreia, ela veio me procurar sem ter depoimento algum? Então ela não teve intenção de ter 70 depoimentos a favor e 70 contra”, afirma.

Casada há 52 anos com o coronel que chegou a ser processado (e depois inocentado), acusado de comandar sessões de tortura em presos políticos, Maria Joseíta é professora primária aposentada. Sua atuação atual é manter um site com o mesmo nome do livro que seu marido lançou no ano passado, “A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça” (ed. SER). Maria Joseíta conta que preferiu sugerir outros nomes para dar depoimentos favoráveis ao período militar.


Claudio Lins será um militar em “Amor e Revolução”

Um dos nomes é o do coronel da reserva Ronaldo Brito, diretor da ONG Terrorismo Nunca Mais, que se auto-declara um “contrarrevolucionário”. “A nossa ideia, os nossos depoimentos, é que sejam calcados em episódios históricos que não possam ser refutados. Sabemos que não há qualquer possibilidade da novela ser a favor dos contrarrevolucionários. É politicamente correto não enaltecer qualquer coisa neste tipo. Não gostamos dessa posição, mas temos que aceitar”, diz o coronel.

“Curto-circuito”

Perguntada por que seu marido, que chefiou o DOI-Codi no auge da ditadura militar, não daria o depoimento à novela, Maria Joseíta é categórica. “Meu marido não dá entrevista justamente por isso que acontece no momento, este curto-circuito no que acontece e no que dizem que aconteceu”, diz ela.

Apesar disso, quando a novela estrear, às 22h15 desta terça-feira, ela estará em frente à televisão. “Pretendo ver para rebater o que acho que é mentira. Acho não, porque eu tenho fontes. Se for mentiras, segundo essas minhas fontes, pretendo rebater no meu site”, diz.

Se vai assistir ao lado do seu marido, Maria Joseíta despista. “Preferimos programas políticos”, conta. Antes de desligar, ainda dá um parecer sobre o que chama de maior legado do golpe de 64 – que ela chama de “revolução de 64”. “Aposto que você vai morrer de rir quando eu disser qual foi o legado. Mas eu morro dizendo isso. Foi a liberdade e a democracia…”.

Essas informações são do Portal IG, da coluna gente

terça-feira, 29 de março de 2011

“Amor e Revolução” promete o primeiro beijo gay das novelas


A nova novela do SBT, “Amor e Revolução”, quer também causar polêmica explorando relações homossexuais. “Gays fazem parte do nosso convívio. Toda família têm. O público GLS gosta de se ver retratado nas tramas”, dizTiago Santiago, autor do folhetim, que estreia no próximo dia 5 de abril, às 22h15. Ambientada inicialmente na década de 1960 e com a missão de retratar o período da ditadura, “Amor e Revolução” contará com pelo menos quatro personagens gays.

A aposta do autor, entretanto, é que o relacionamento do casal formado pelas personagens de Luciana Vendramini e Giselle Tigre é o que vai fazer mais barulho. “Tenho muita fé nessas duas, vai ser o grande zunzunzum da novela”, diz ele, se referindo a paixão da Dra. Marcela (Vendramini) pela amiga de infância, a jornalista Marina (Tigre).

“A principio Marina fica confusa, pois é heterossexual e está muito apaixonada por um homem. Mas como gosta muito da amiga, não a afasta da sua vida depois da revelação. Pelo contrário: com a perseguição as duas personagens elas ficam ainda mais próximas”, conta Giselle Tigre, que diz estar torcendo pela felicidade da personagem, seja ou não ao lado de Marcela. “Eu e a Luciana conversamos bastante sobre isso, vamos tratar a história com muita integridade, longe do caricato”.

FINAL FELIZ EM RISCO

O final feliz da dupla ou dos outros possíveis casais gays da novela, no entanto, pode nunca vir a acontecer – Santiago só exibirá um beijo gay depois de ouvir a opinião do público. “Assim como em todas as novelas, o destino dos personagens depende do que o público quer”, defende-se ele.

Essas informações são do Portal IG, da coluna Gente