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quarta-feira, 9 de março de 2011

H2O Water Power Radio

Equipamento tem uma micro-turbina interna que gera a energia necessária para fazê-lo funcionar
Se você é daqueles que adora tomar longos banhos embalados por música, preste atenção na novidade: o H2O Shower Powered Radio literalmente retira energia da água que corre pelo chuveiro. O equipamento tem uma micro-turbina de água para rodar um gerador, criando, assim, a energia necessária para fazer o rádio funcionar.

O usuário só precisa conectar o equipamento à mangueirinha do chuveiro, e o fabricante garante: 99% dos chuveiros à venda no mercado mundial funcionam com o rádio. O produto está à venda nestas lojas por £34.99, ou cerca de R$ 93,00.

Veja o rádio em funcionamento no vídeo abaixo.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Mensagens de texto na pele

Projeto deve permitir que usuários vejam um número de telefone ou um SMS sem tirar o celular do bolso
Um novo projeto encabeçado pela RIM e pelo Centro Helen Hamlyn ligado à Royal College of Arts, da Inglaterra parece ter saído de um filme de ficção científica. Chamado de SkinDisplay, o sistema vai permitir a impressão dos números de ligações perdidas e de mensagens de texto no dedo do usuário, quando tocar o celular.

A tecnologia não vai usar qualquer tipo de tinta, nem causar dor ao usuário. Para isso, a tecnologia se baseia apenas em um sistema de pressão, a exemplo do que acontece quando um objeto fica pressionado contra a pele de uma pessoa e, após algum tempo, seu contorno fica "desenhado". O principal objetivo é permitir que o usuário consiga enxergar as informações do celular, sem precisar tirá-lo do bolso.

Outra tecnologia chamada de SmartCall também foi desenvolvida em conjunto com a SkinDisplay. Nesse caso, trata-se de um sistema que mostra a urgência, assunto e prazo de todas as ligações telefônicas. Apesar de ainda estar em um estágio inicial de desenvolvimento, a RIM pretende patentear as tecnologias.

Veja o vídeo abaixo:

SmartCall & SkinDisplay from clara gaggero on Vimeo.

fonte:Olhar Digital

Lâmpadas LED podem causar câncer


Dados foram obtidos a partir da análise de luzes natalinas que utilizam a tecnologia, que é uma fonte de iluminação ecologicamente correta
De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, as lâmpadas LED (Light Emitting Diode), famosas por serem consideradas fontes de luz ecologicamente corretas, podem causar câncer. Isso porque, esses itens contêm chumbo, arsênico e outras substâncias pontencialmente perigosas à saúde.

"Os LEDs são conhecidos como a próxima geração de dispositivos de iluminação. Mas assim como tentamos encontrar melhores produtos, que não esgotam os recursos de energia ou contribuem para o aquecimento global, temos de ser vigilantes sobre os riscos tóxicos daqueles comercializados como substitutos", disse Oladele Ogunseitan, presidente do Departamento de Saúde da População e Prevenção de Doenças, em entrevista ao TG Daily.

As lâmpadas LED são utilizadas hoje em diversos itens, como semáforos, farois de automóveis e luzes coloridas utilizadas nos enfeites de Natal.

Segundo a pesquisa, que analisou luzes natalinas coloridas, as lâmpadas vermelhas continham até oito vezes mais chumbo do que o permitido pelas leis californianas. Já as brancas, apresentavam níveis mais elevados de níquel. Em todos os casos, quanto mais alta a intensidade, maior o risco de intoxicação.

Embora as luzes ainda não sejam classificadas como tóxicas, Ogunseitan afirma que alguns cuidados são necessários: "Quando uma lâmpada LED quebrar em casa, varra com uma vassoura especial e use uma máscara. No caso de acidentes de trânsito ou qualquer acessório LED quebrado, use equipamentos de proteção e trate os resíduos como perigosos", afirma.

Ogunseitan também explicou que os fabricantes de LED poderiam facilmente reduzir as concentrações químicas ou redesenhá-las com materiais verdadeiramente seguros. "É um risco evitável", diz ele.

Facebook e Google negociam aquisição do Twitter


Documento indica que, nos últimos meses, as empresas iniciaram conversas para adquirir a empresa, avaliada em US$ 8 a US$ 10 bilhões
De acordo com reportagem publicada pelo The Wall Street Journal, executivos do Twitter iniciaram conversas com executivos do Facebook e do Google, com o intuito de negociar a possível venda da rede social.

A matéria indica que hoje o Twitter está avaliado em torno de US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões e, ao que tudo indica, as negociações de venda, que já duram alguns meses, ainda estão bem longe de um desfecho.

Uma pesquisa divulgada pela eMarketer, em janeiro deste ano, estima que o Twitter tenha uma receita publicitária de cerca de US$ 150 milhões em 2011, mais do que triplicando seus lucros atuais de US$ 45 milhões. Em 2012, a empresa estima que a rede social atinja o marco de US$ 250 milhões.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Descoberto método para a capa de invisibilidade


Com um cristal de 20 metros de comprimento é possível esconder um cachorro de grande porte
Pesquisadores da Universidade de Birmingham elaboraram um método para criar o que eles chamam de "capa de invisibilidade", de acordo com notícia divulgada pelo The Guardian. Segundo a reportagem, objetos vistos através de um pedaço de calcita podem desaparecer, graças às propriedades naturais do mineral.

O cristal, com tamanho de um peso de papel, pode fazer apenas coisas pequenas desaparecerem, como um alfinete, por exemplo. "Um cristal maior, de 20 pés de comprimento (6 metros) e 6 pés de espessura (1,8 metro), poderia esconder um cachorro grande", disse Shuang Zhang, principal pesquisador do projeto ao The Guardian.

Por enquanto, não há como desenvolver um sistema parecido com o da capa da invisibilidade que aparece no filme Harry Potter, uma vez que o método recém-descoberto exige uma superfície para funcionar. Outra desvantagem é que a calcita só funciona quando a luz é polarizada num plano particular, ou seja, os objetos só desaparecem completamente quando vistos através de um filtro.

A premissa dessa capa de invisibilidade é parecida com a apresentada pela Singapore-MIT Alliance for Research and Technology (Aliança para Pesquisas e Tecnologia do MIT de Singapura) no ano passado, só que não utiliza filtros e deixa objetos invisíveis apenas em dois lados.