domingo, 1 de maio de 2011

Crítica: Legendários é chato e causa tédio

No final de 2009 a Record contratou Marcos Mion com a promessa de se aproximar mais da juventude, criar um programa jovem na emissora, na época Mion fazia sucesso na MTV e os bispos criaram grandes expectativas.

Antes de o programa estrear na Record ouve muitas comparações da imprensa, muitos diziam que seria uma mescla de CQC e Pânico na TV, tolice, aquilo mais parece uma versão informal do Programa do Gugu, há algumas semanas até o Emilio Surita tirou sarro do “Humor do Bem” ao vivo no Pânico na TV.

Mion saiu da MTV levando uma galera junto com ele, mais de 15 profissionais, em julho de 2010, por exemplo, a Record dispensou três legendários, Gui Pádua, Jaqueline Khury e Marcelo Marrom, a emissora alegou que o elenco era muito grande pra pouco tempo de programa, mas algumas semanas depois o programa teve seu tempo de duração aumentado.

Mas a verdade é que o programa que pretendia trazer coisas novas pra TV simplesmente não trouxe, de uns tempos pra cá os ‘quadros em off’ dos humoristas ficaram mais raros e Mion ganhou mais tempo no palco, pra infelicidade do telespectador, que agüenta games chatos, convidados nem um pouco interessantes como o homem que come mais cachorro quente em menos tempo e o americano que salta em uma piscina de plástico. Sem falar que Mion dizia que o programa era feito para família brasileira, e chegou a passar depois de ‘meia-noite’ muito funk, apologia ao sexo, sensualidade e pegação.

Um desperdício, o programa tem ótimos humoristas e redatores, como; o irreverente João Gordo, o questionador Elcio Coronato, o defensor dor meio-ambiente Felipe Solari, a talentosa Miá Mello (Teena), o redator e humorista Maurício Meirelles (Clóvis Clichê), a humorista e redatora com nome de poodle Mhel Marrer e o grupo Banana Mecânica (antigo Hermes e Renato), esse ultimo, Banana Mecânica são tão bons que mereciam um programa solo na Record.

Já passou da hora de mais uma repaginação no programa, deixar o sábado do telespectador verdadeiramente “mais animadinhéeo”, parar de entediar a noite dos telespectadores.

Por: Rick Guimarães

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